A intenção era pedir ajuda e orientação de outras mães experientes - além de Freud, Super Nanny, terapeutas, livros de auto-ajuda, mãe, tia, avó, vizinha, que enfim, de nada adiantou.
Maria cresceu e o bebê agora é criança, entende tudo, fala quase nada e a esperteza parece ser inerente ao ser ser. Me surpreende a cada dia. E confesso que estava perdendo o sono com o comportamento briguento/agressivo que ela estava apresentando.
Brincar ás vezes pode exteriorizar o que a criança tem de pior. E em um minuto ela está brincando numa boa e no outro a terceira guerra mundial acabou de eclodir na sala de estar. Sei que nesta fase eles agem por impulso, a menos que sejam impedidas ou desviadas do alvo, elas agridem para expressar o que não conseguem fazer em palavras. Para elas o chute, mordida, beliscão parecia uma boa ideia no milésimo de segundo que passou pela sua cabeça.
Mas vou direto ao assunto, ou não. Porque assim como esse comportamento chegou ele foi embora. Será que Deus ouviu minhas preces? Será que ela entendeu quando em muitas e muitas vezes reprovei seu comportamento com a insistência do meu NÂO?
Não sei! Mas o fato é que parou. A vergonha que ela me fazia passar deu lugar ao sentimento de dever cumprido e somos uma família mais feliz, mais segura.
Qual será a próxima fase? (ui)
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